Este estudo comparou a avaliação por ultrassom baseada em IA com ultra-sonografistas especialistas na previsão da resposta ovariana e na estimativa do número de oócitos MII. A IA mediu a contagem de folículos antrais de forma consistente e previu uma resposta ovárica baixa com quase tanta precisão como os especialistas humanos. No entanto, durante a monitorização do desencadeamento da ovulação, a IA tendeu a detetar menos folículos grandes e subestimou ligeiramente o número de oócitos MII. Estes resultados sugerem que a IA pode ser uma ferramenta fiável para o planeamento da estimulação ovárica, especialmente nos casos em que não estão disponíveis ultrassonografistas experientes. Ainda assim, é necessário ter cuidado com as decisões relativas ao dia de ativação, e recomenda-se uma validação adicional em estudos de maior dimensão para aumentar a confiança no desempenho da IA.